Cleber e Gleici, África do Sul

Cleber e Gleici 1Cleber Balaniuc nasceu em 06 de agosto de 1970 em Cuiabá/MT e Gleicimara Batista G. Balaniuc nasceu em 25 de junho de 1970 em Cariacica/ES.

Eles se casaram em 11 de janeiro de 2008 em Marataízes/ES e possuem dois filhos, Natália Nogueira Balaniuc (19/05/2000) e Lucas Nogueira Balaniuc (11/03/2002), nascidos na Cidade do Cabo/ África do Sul, onde atuam como missionários.

O mesmo, com formação de Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Oeste do Brasil (1994), foi ordenado pastor na Igreja Batista do Guanandi, Campo Grande, MS em 27/12/1994.

A sua esposa Gleicimara possui formação de Bacharel em Nutrição (1994) e Mestrado em Ciência de Alimentos (2004).

CHAMADO MISSIONÁRIO

Cleber Balaniuc sempre sentiu algo em seu coração em relação a obra missionária na África, e isso começou quando ele ainda era um Embaixador do Rei.

A área que constantemente tinha em sua mente era a África, contudo, conforme foi crescendo, achou que era algo da sua cabeça, pois se falava muito sobre Missões na África.

Em 1987 participou de um Congresso de Despertamento em Dourados, MS. Numa das manhãs, estava pregando seu pai, Pr. Williams Balaniuc, e ele terminou com um apelo, chamando os jovens para entregarem as suas vidas para a Obra que o Senhor tinha.  Ele estava sentado no fundo do salão. O Espírito Santo tocou de uma forma muito profunda o seu ser, quando ele viu, já estava de joelhos na frente do púlpito chorando na presença do Senhor e dedicando sua vida a Ele. Naquele instante a chama pelas almas perdidas acendeu em seu coração.  Terminou o meu segundo grau e entrou no Seminário.  No Seminário a sua formação foi mais para área pastoral.  Não passava pela sua mente sair para Missões. Começou a pastorear uma das Congregações da PIB de Campo Grande, MS. Na época o Pr. Sebastião Lúcio Guimarães era o pastor da área da Missões da PIB. Ele lhe fez um convite para passar 6 meses na África do Sul trabalhando com uma igreja de expressão portuguesa. Em janeiro de 1998 partiram para uma experiência transcultural que iria mudar totalmente o rumo do seu ministério.  Quando voltou ao Brasil em julho daquele ano ele sabia que não ficaria mais muito tempo. E assim foi… em janeiro de 2000 eles partiram para o campo missionário onde estão até os dias de hoje.

Gleicimara Balaniuc sentiu o chamado missionário em um acampamento de mensageiras do rei. Ela fez parte desta organização dos 09 aos 16 anos de idade. Todos os anos procuravam ir ao acampamento que era realizado no Centro de Treinamento Batista – ABC em Viana, no Espírito Santo. Em um desses acampamentos, quando estava com 13 ou 14 anos de idade, uma das preletoras, uma missionária, falou naquela noite sobre o seu trabalho no campo missionário na África e da sede desse povo ao evangelho. Gleicimara sentiu naquela noite um desejo muito grande de que deveria fazer alguma coisa. Quando viu, estava de joelhos no altar entregando sua vida para missões. Quando chegou em sua casa contou para os seus pais sobre a sua decisão. Eles lhe contaram sobre a entrega que sua mãe havia feito para Deus. Quando Gleicimara nasceu, era muito doente e sua mãe foi desenganada pelo médicos, assim, tomou a decisão de que nunca ia ser contra, caso Gleicimara quisesse servir ao Senhor como missionária. Quando terminou o segundo grau, Gleicimara enviou o pedido de solicitação para entrar no IBER. Mas ela tinha algumas dúvidas e, achava que tinha que ter uma profissão. Assim fez o curso de nutrição, mestrado… e sempre ia surgindo algo mais, mas o seu desejo e amor por missões sempre foi muito forte. Quando terminou o mestrado, foi convidada a continuar e fazer o doutorado. Entrou numa crise, sem saber o que fazer, foi conversar com o pastor adjunto da Igreja Batista do Barro Preto, onde ela era membro, o Pr Valquemar Machado. Na conversa ele lhe disse que Deus quer ver felicidade e onde Deus está não há confusão, e, que talvez essa ansiedade por missões fosse um sonho seu de criança, devido a sua história do nascimento. Assim, ela saiu de lá certa de que o doutorado não era pra ela e então voltou para o Espírito Santo, para perto de sua família, decidida a dar as suas férias para missões, além de continuar orando e contribuindo.

Atualmente, o casal está trabalhando com um grupo chamado TLC (Teach, Love & Care Network), onde dão assistência para o Orfanato Unakho, que na língua Xhosa significa “Deus Pode”, e mais 30 creches, onde são atendidas um total de 900 crianças em bairros carentes. Continuam também dando suporte para Igreja Portuguesa do Cabo, na consolidação do ministério do Pr Celestino a frente daquela comunidade. No final desse ano o projeto é segir para o Togo, África Ocidental. Lá estarão trabalhando no treinamento de obreiros da terra para plantação de igrejas.